domingo, 22 de abril de 2007

Eleições - França


Resultados da 1ª volta




Dreams (1ª parte)




Uma bela homenagem, a que Kurusawa prestou a Van Gogh.

Dreams (2ª parte)




sexta-feira, 20 de abril de 2007

Um Lobo



[...]"De uma forma ou de outra a gente luta sempre. Momentos de quase esperança, momentos de desânimo. Não: momentos de muito desânimo e momentos de desânimo maior, como se me obrigassem a escolher entre o que não vale nada e o que vale ainda menos."[...]

António Lobo Antunes

Há uma semana atrás rolou-me uma lacrimita...

A LER



"O dr. Mário Soares, ..., não precisava de ser o "bombeiro" do actual grupelho socialista."... escreveu Masson no Almocreve das Petas;

"Sócrates não sabe chorar
Assistimos ontem à noite a uma das mais tristemente ridículas encenações político-partidárias dos últimos anos em Portugal."... pelo Pedro Lourenço no Arcadia;

"Convidar Pina Moura para presidir a um grupo de Media é uma ideia muito rebuscada e ligeiramente cómica. Pensar que ele pode aceitar faz-nos sorrir. Saber que ele aceitou faz-nos pensar bastante e ficar preocupados."... diz Ricardo Costa no DE.



quinta-feira, 19 de abril de 2007

Agradecimentos



Afastada uns dias da actividade bloguista, quero agradecer as gentis palavras deixadas pelos Pedros, o Lourenço - do Arcádia e o Oliveira - do Vila Flor.

E como aumentou o número dos que me visitaram, graças à amável generosidade de outro Pedro, o Correia - do Corta-fitas!

Bem hajam.

sábado, 14 de abril de 2007

"A Europa 50 anos depois"



Espero que o padre Anselmo Borges não vá na água do banho a que o DN tem sido sujeito pois seria uma perda irreparável. O texto de hoje é verdadeiramente a não perder. Aqui fica uma amostra para abrir o apetite.

" A Europa mítica é uma princesa de Tiro. Como que a lembrar que a Europa é a Eurásia, portanto, a Europa ecuménica, de fronteiras imprecisas.

Andava a belíssima princesa fenícia a passear pela orla marítima, quando Zeus se aproximou disfarçado de touro. O touro branco deixou que a jovem o acariciasse, convidando-a a trepar para o seu dorso. Entrou então pelo mar adentro, dirigindo Eros o casal para a ilha de Creta. Fizeram amor e nasceram Minos, Radamante e Sarpédon, soberanos ilustres de Creta e de Lícia."



(link para o texto no DN http://dn.sapo.pt/2007/04/14/opiniao/a_europa_anos_depois.html )




sexta-feira, 13 de abril de 2007

Uma lufada de ar fresco


O ideal universitário

Quando se salta a etapa do ideal universitário tudo o resto, por importante que seja, corre mal. Há qualquer coisa no ideal universitário que o torna difícil de explicar, apesar de ser tão simples. O ideal universitário é as ideias. Ideias sobre como são as coisas, sobre como funcionam, sobre como deveriam funcionar, ideias sobre ideias. Algumas dessas ideias são conhecimento, outra são comentário, outras criatividade, a maior parte delas um pouco disso tudo. Mas é difícil explicar aos alunos, ou até ao resto da sociedade, que dentro daquelas paredes (metafóricas: pode ser cá fora, na esplanada, no trabalho de campo, na visita de estudo) essas ideias devem ter precedência sobre tudo o resto. Se os alunos querem um diploma e os pais pagam por um bom emprego, não é fácil dizer-lhes que por agora a única coisa importante é o que escreveram alguns mortos de há mais de cem anos, ou como se comporta a partícula x, ou que interpretação dar à arte de y. Só depois de ganhar verdadeiro interesse ou paixão por tais coisas chega a altura de se poder começar a tratar de notas, de diplomas e de empregos.

Isto parece idealista, e é. Não poderia deixar de sê-lo, porque a razão de ser da Universidade é precisamente o idealismo, e não falo da doutrina filosófica do mesmo nome mas do projecto e da experiência histórica de haver um lugar inventado pelas ideias e só para as ideias. O resto pode ser importantíssimo. Mas quando se salta a etapa do ideal universitário tudo o resto, por importante que seja, corre mal.

Esta é uma das razões pelas quais o episódio da Universidade Independente nos enche de vergonha alheia. Sabemos que foram defraudadas pessoas que queriam o seu diploma e pessoas que queriam uma carreira académica, que alunos ficaram sem aulas e professores sem salários. Mas se ouvirmos os autores da fraude, como não esperar este resultado? Desde há semanas nos media só os ouvimos falar de andares e piscinas, lutas pelo poder e diamantes, acções e hipotecas. Nunca por uma vez sequer nos disseram para que queriam uma universidade. Que gostariam de fazer com ela. Que diferentes concepções defendia cada facção em confronto, se é que pensavam em tal coisa.

Infelizmente, estão longe de ser caso único. Os sinais de degradação do Ensino Superior Privado no nosso país são claros: as instituições esquecem-se que antes de serem privadas têm de ser universidades. O relaxamento geral em que viveu a UnI não é, ao contrário do que pretendeu o Ministro, coisa recente nem isolada. O que é preciso explicar é como se deixou atingir este ponto, o que não coloca apenas em causa o seu ministério. Por exemplo: como podem ter leccionado tantos jornalistas importantes na UnI sem a imprensa ter investigado aquele ninho de mafiosos? O ideal universitário pode vingar em qualquer ambiente – público, privado, cooperativo, livre, há excelentes universidades para todos os gostos. Mas é um ideal frágil. Tem de ser protegido sem ser asfixiado: pelo estado, pela sociedade, pelas próprias instituições.

Por mero acaso, Portugal tem algumas condições para se sair bem no mercado universitário, à escala global e a longo prazo. Um país pequeno, agradável e seguro com uma língua falada por duzentos milhões, uma universidade das mais antigas do mundo, uma capital com potencial cosmopolita e meia-dúzia de cidades históricas ou com razoável vida cultural, integração à escala europeia e laços em todo o mundo. Neste contexto, as universidades podem ser boas para o desenvolvimento e para a economia. Mas em primeiro lugar, se não quisermos as universidades para aquilo que elas servem, elas não servirão para mais nada.


(Público, 11 de Abril)

Rui Tavares

(roubado daqui)


quinta-feira, 12 de abril de 2007

Os esclarecimentos



Doloroso, digamos quase deprimente,foi ver o primeiro ministro justificar as suas trapalhadas. E para quê? Ficámos tal qual estávamos. Para além de não esclarecer rigorosamente nada, aproveitou para mais uma vez mostrar o seu provincianismo.

terça-feira, 10 de abril de 2007

A licenciatura de José Sócrates



Quando se constata a premência dos jovens obterem qualificações superiores, a necessidade de haver uma mão de obra qualificada, não fará muito sentido dizer-se ser irrelevante o facto de o 1º ministro não possuir as habilitações que dizia.
Mas o mais importante, apesar de tudo, é saber-se como estas habilitações foram obtidas, i.e, qual o “custo” deste título. É isso que espero ver esclarecido 4ªf na RTP.

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Sec XXI, Europa Ocidental



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"Nota à Comunicação Social


NO ANO EUROPEU DA IGUALDADE DE OPORTUNIDADES PARA TODOS E TODAS,

CASINO LISBOA PROMOVE IMAGEM PUBLICITÁRIA ATENTATÓRIA DA DIGNIDADE DAS MULHERES


Junto se envia carta dirigida à Entidade Reguladora da Comunicação Social, protestando com o facto de o Casino de Lisboa, empresa parceira da CITE no Projecto Diálogo Social e Igualdade nas Empresas destinado a promover a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens, estar a promover o espectáculo “Crazy Horse” por recurso a imagem publicitária atentatória da Dignidade das mulheres.


Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens/CGTP-IN

Lisboa, 03de Abril de 2007 "


Tirado daqui.

quinta-feira, 5 de abril de 2007



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Este cartaz (que encontrei aqui) foi colocado pelos "Gatos" no Marquês de Pombal junto ao cartaz do PNR.
São uns amores estes meninos... conseguiram, com este cartaz, o que todos os discursos não foram capazes.




domingo, 1 de abril de 2007

ardelua



Este blogue inicia-se hoje ´porque a lua é mentirosa...