sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
A ler (2)
"Até há pouco tempo, a Igreja pensou que era a guardiã da moral e queria impor os seus preceitos a todos, servindo-se inclusivamente do braço secular, ao mesmo tempo que se julgava imune à crítica. Recentemente, a opinião pública começou a pronunciar-se também sobre o que se passa na Igreja, pois todos têm o direito de debater o que pertence à humanidade comum. Há quem diga que, no caso, se trata de revanchismo. A Igreja tem dificuldade em lidar com a nova situação, mas, de qualquer modo, tendo sido tão moralista no domínio sexual, tem agora de confrontar-se com este tsunami, que exige uma verdadeira conversão e até refundação, no sentido de voltar ao fundamento, que é o Evangelho. (...)
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30.3.10
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sexta-feira, 5 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Outra vez na ordem do dia
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Cecília
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4.3.10
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Amália - 10 anos depois
[...]
Se é crime ou pecado
Mas eu sou assim
E fugindo ao fado,
Fugia de mim.
Cantando dou brado
E nada me dói
Se é pois um pecado
Ter amor ao fado
Que Deus me perdoe.
[...]
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Cecília
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5.10.09
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sábado, 26 de setembro de 2009
o presidente que temos
[...]
O dr. Cavaco é useiro e vezeiro em actuar deste modo, quando as coisas não lhe correm a jeito. Não está à altura das funções para que foi eleito. Falta-lhe grandeza, clarividência e coragem. O mesmo aconteceu quando dirigiu o País durante duas décadas. Sobrava-lhe em dinheiro vindo de Bruxelas o que lhe faltava de perspectiva, de génio político, de estratégia nacional. Encheu o País de betão. Apenas isto. E criou uma esfera de crispação que atingiu as raias da esquizofrenia. É dramático que a memória dos portugueses seja obnubilada pela insistência dos mitos. O dr. Cavaco não foi um grande primeiro-ministro, como não é um grande Presidente da República. É um homem mediano, embaiado nos seus pequenos interesses, e um político medíocre, sem jeito para falar, pouco à-vontade com as pessoas, assustadiço, ressentido e vingativo.
[...]
Baptista Bastos
O restante aqui
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26.9.09
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Enquanto reflectimos...
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26.9.09
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sábado, 12 de setembro de 2009
Em Creta com o Minotaurus
I
Nascido em Portugal, de pais portugueses,
e pai de brasileiros no Brasil,
serei talvez norte-americano quando lá estiver.
Coleccionarei nacionalidades como camisas se despem,
se usam e se deitam fora, com todo o respeito
necessário à roupa que se veste e que prestou serviço.
Eu sou mesmo a minha pátria. A pátria
de que escrevo é a língua em que por acaso de gerações
nasci. E a do que faço e de que vivo é esta
raiva que tenho de pouca humanidade neste mundo
quando não acredito em outro, e só outro queria que
este mesmo fosse. Mas se um dia me esquecer de tudo,
espero envelhecer
tomando café em Creta
com o Minotauro,
sob o olhar de deuses sem vergonha.
II
O Minotauro compreender-me-á.
Tem cornos, como os sábios e os inimigos da vida.
É metade boi e metade homem, como todos os homens.
Violava e devorava virgens, como todas as bestas.
Filho de Pasifae, foi irmão de um verso de Racine,
que Valery, o cretino, achava um dos mais belos da “langue”.
Irmão também de Ariadne, embrulharam-no num novelo de que se lixou.
Teseu, o herói,e, como todos os gregos heróicos, um filho da puta,
riu-lhe no focinho respeitável
O Minotauro compreender-me-á, tomará café comigo, enquanto
o sol serenamente desce sobre o mar, e as sombras,
cheias de ninfas e de efebos desempregados,
se cerrarão dulcíssimas nas chávenas,
como o açúcar que mexemos com o dedo sujo
de investigar as origens da vida.
III
É aí que eu quero reencontrar-me de ter deixado
a vida pelo mundo em pedaços repartida, como dizia
aquele pobre diabo que o Minotauro não leu, porque,
como toda a gente, não sabe português.
Também eu não sei grego, segundo as mais seguras informações.
Conversaremos em volapuque, já
que nenhum dos dois o sabe. O Minotauro
não falava grego, não era grego, viveu antes da Grécia,
de toda esta merda douta que nos cobre há séculos,
cagada pelos nossos escravos, ou por nós quando somos
os escravos de outros. Ao café,
diremos um ao outro as nossas mágoas.
IV
Com pátrias nos compram e nos vendem, à falta
de pátrias que se vendam suficientemente caras para haver vergonha
de não pertencer a elas. Nem eu, nem o Minotauro,
teremos nenhuma pátria. Apenas o café,
aromático e bem forte, não da Arábia ou do Brasil,
da Fedecam, ou de Angola, ou parte alguma. Mas café
contudo e que eu, com filial ternura
verei escorrer-lhe do queixo de boi
até aos joelhos do homem que não sabe
de quem herdou, se do pai, se da mãe,
os cornos retorcidos que lhe ornam a
nobre fronte anterior a Atenas, e, quem sabe,
à Palestina, e outros lugares turísticos,
imensamente patrióticos.
V
Em Creta, com o Minotauro,
Sem versos e sem vida,
sem pátrias e sem espírito,
sem nada, nem ninguém,
que não o dedo sujo,
hei-de tomar em paz o meu café.
jorge de Sena
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12.9.09
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Oh, sr. engenheiro!
Como é que se chega a engenheiro sem ser capaz de fazer um raciocínio destes? Isto não é um erro de contas como o do camarada Guterres...
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26.7.09
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Filmes
Foi no final da década de sessenta que tive conhecimento da sua existência. Nesses tempos, estava fora de questão uma ida ao cinema sem que antes consultássemos a sua opinião, que é como quem diz, lêssemos no DL a sua crítica.
Pois é, já há muito tempo que Lauro António faz parte do meu pequeno/grande mundo...
Passei há umas semanas no "Lauro António apresenta" e deparei com este post. Desta vez fiquei cheia de inveja por nunca ter sido capaz de escrever algo, pelo menos, parecido pois é um filme que também já vivi mais de uma vez.
Pelo que me ensinou sobre cinema, pelo que me ajudou na compreensão de alguns filmes e, finalmente, pela narrativa da experiência comum (a última até teve o mesmo cenário) vai o meu agradecimento a Lauro António.
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16.7.09
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domingo, 5 de julho de 2009
Nesta coisa da nacionalidade...
estou baralhada em relação à atitude de Maria João Pires.
Entretanto, ouço-a.
Maria João Pires plays Chopin Nocturne No.2 Op.9 No.2 in E flat major. Andante
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5.7.09
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Pina Bausch (1940-2009)
Em "Fala com Ela", o filme que a deu a conhecer a um público mais diverso.
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30.6.09
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Pina Bausch II
Um excerto da Sacração da Primavera coreografado por Pina Bausch.
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30.6.09
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Ajude a AMI
Escreva 502 744 910 no quadro 9 do anexo H da sua declaração de IRS e dê à AMI 0,5% do seu imposto.
Ajude a AMI sem custos para si.
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Cecília
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10.2.09
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